PALÁCIO FOZ – LISBOA

Construído em 1777, o Palácio Foz ou mais correctamente Palácio Castelo Melhor, foi concebido como projecto no século XVIII, tendo-se arrastado a sua construção até meados do século passado. Embora a fachada e estrutura geral possam ser consideradas características da arquitectura setecentista já liberta da influência barroca para se subordinar ao “gosto novo” italiano, o interior, refundido posteriormente, tem decoração de carácter “revivalista”, muito em voga na segunda metade do século XIX

É um dos mais belos palácios de Lisboa. Inicialmente residência do conde de Castelo Melhor, foi adquirido pelo Marquês da Foz em 1889, que transformou o seu interior num dos mais sumptuosos da cidade.

O palácio não se encontra regularmente aberto ao público, mas são realizadas visitas guiadas todos os meses.

Uma visita começa quase sempre no átrio, dando acesso à escadaria

nobre em estilo Luís XIV, com três lances de ferro forjado, mármore e bronze.

Segue-se a galeria, com várias pinturas.

Já no Salão Nobre, ou Sala dos Espelhos, encontram-se pinturas de Columbano Bordalo Pinheiro, e um estilo Luís XV inspirado no Palácio de Versalhes.

Segue-se a Sala Luís XVI, pintada por José Malhoa e com dois óleos do francês Hubert Robert.

Na Sala dos Painéis estão grandes quadros de Frans Snyders e Van Dyck, enquanto na Sala de Jantar encontram-se pinturas decorativas italianas e três grandes lustres de cristal de Veneza.

Na cave fica a extraordinária Abadia, que foi um restaurante nos primeiros anos do século XX, com uma arquitectura neogótica e neomanuelina, decorada com elefantes, dragões e símbolos esotéricos.

Atravessando o pátio chega-se à biblioteca, que é hoje ocupada pelo Museu Nacional do Desporto.

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