Dia da Terra

Lutar pelo Planeta Azul

Terra, a que chamamos o planeta azul (cerca de 71% da sua superfície está coberta por oceanos, é o terceiro planeta mais próximo do Sol, o mais denso e o quinto maior dos oito planetas do Sistema Solar.

Formou-se há 4,56 biliões de anos. A vida surgiu na sua superfície um bilião de anos depois e interage com outros astros, em particular com o Sol e a Lua, o seu único satélite natural. Esta é responsável pelas marés, estabiliza a inclinação axial da Terra e abranda gradualmente a rotação do planeta

O futuro da vida no planeta está intimamente ligado ao do Sol.  Os modelos climáticos indicam que o aumento da radiação atingindo a Terra, provavelmente terá nela consequências catastrófica, embora se acredite poder vir a suportar vida mais 500 milhões de anos embora esse período possa estender-se até aos 2,3 biliões caso se verifiquem  condições favoráveis..

Com o objectivo de  chamar a atenção de todos os habitantes do Planeta  que esta é a nossa casa e por isso, temos de cuidar dela,  foi criado pelo norte-americano Gaylord Nelson o “DIA DA TERRA”  celebrado  há 50 anos em 190 países a 22 de abril, para assinalar a data que em 1970 uma manifestação alertando contra a poluição reuniu nos E.U.A. milhões de manifestantes.

Uma das consequências dos maus-tratos que a Terra sofre por parte dos humanos é a extinção de muitas espécies, o que implica um desequilíbrio ambiental do ecossistema, e leva a que, muitas outras espécies, sofram com isso estando mais de 28 mil ameaçadas de extinção, entre animais e plantas.

Todos nós podemos e devemos contribuir para a preservação do planeta e da vida que nele se desenvolve mesmo através de acções simples como consumir menos, ajudando a melhorar a nossa pegada ecológica,  adoptando hábitos mais sustentáveis, pois todos os nossos comportamentos têm influência no impacto ambiental e contribuem para o efeito de estufa,  a que também não é alheio o tipo de alimentação que fazemos

Esta comemoração pretende alertar a população de todo o mundo para a protecção e uma utilização moderada dos recursos naturais e a necessidade da sua preservação.

No nosso país, tal como no resto do mundo,as celebrações vão ser adaptadas à nova realidade digital. Tiveram início no passado dia 18 de abril e vão continuar até ao próximo dia 26, com mais de 40 organizações nacionais a dinamizarem mais de 80 iniciativas

Mas apesar de todos os esforços que se vêm desenvolvendo no sentido da  preservação do planeta, quer a nível pessoal (lembro Greta Thunberg) quer ao das mais altas instâncias (António Guterres nas Nações Unidas), acabam por se verificar acontecimentos que os  podem tornar menores.

Se adversos  factores ambientais, a guerra,  a fome e as más condições de vida de muitas populações já eram uma realidade, agora a vida na Terra é também posta em causa por uma pandemia que vem roubar aos mais idosos a ténue  esperança de o verem mais sustentável.

O momento actual poderá vir a ser apenas mais um ciclo a juntar a outros como  a  Pangeia, as glaciações ou a extinção dos dinossauros. Cabe agora aos que lhe conseguirem resistir levarem ainda com mais empenho a tarefa de procura de uma sociedade mais justa num ambiente onde o Homem respeite a natureza.

Dia Mundial da Terra

Comemorar o Dia da Terra

50º Aniversário do Dia da Terra

Caminhadas ao acaso

No seguimento da aula de dia 3 de Março elaborei o meu primeiro video no YouTube a partir de um filme com origem num Power Point, constituído  por algumas fotos ao acaso de caminhadas realizadas através do Clubemillenniumbcp, sempre em alegre e sã camaradagem.

Museu do Aljube

Visitando o Museu do Aljube

Ao aproximar-se a interrupção das aulas por motivo de férias de Carnaval, os alunos das duas turmas de Relação Humanas com coordenação da sua professora Cecília Caldeira efectuaram uma visita de estudo ao Museu do Aljube, inaugurado em 25 de Abril de 2015, depois de obras profundas de remodelação no edifício e após o Dr. Alberto Costa, ao tempo Ministro da Justiça, ter cedido a pressões para que ali fosse instalada uma exposição que perpetuasse a repressão do regime ditatorial que governou o país entre 1926  e 1974,  o qual após a sua entrega à Câmara de Lisboa vem sendo utilizado como Museu da Resistência e da Liberdade.

Dado o elevado número de colegas participantes formaram-se dois grupos, tendo aquele onde estava inserido sido acompanhado pela responsável dos Serviços Educativos do Museu, Sra Dra. Judite, para nos conduzir numa visita guiada ao longo de quatro pisos.

No  piso térreo onde ao momento está patente uma exposição temporária dedicada a Jaime Cortesão, a nossa guia começou por nos explicar   o significado do termo Aljube, de origem árabe,  como sendo poço, cisterna, prisão, passando após a explanar  o historial do local .

O imóvel de construção muito antiga já funcionara como prisão eclesiástica até ao século XIX e foi depois transformado em prisão de mulheres, mas foi como prisão politica que o regime instituído em 1926 o utilizou  até ao seu encerramento no verão de 1965, em consequência das suas deficiências em salubridade e higiene e das condições deploráveis em que os prisioneiros eram mantidos nas suas celas de isolamento, chamadas de curros, num total de treze, condições estas que  eram amplamente divulgadas e exploradas pela oposição

Aqui estiveram aprisionadas ilustres  personalidades da oposição ao  chamado Estado Novo, que  entre os interrogatórios e torturas a que eram sujeitos  pela policia politica no edifício da António Maria Cardoso, eram para aqui trazidos.

A descrição geral do regime ditatorial que nos governou durante quase meio século e dos seus meios de opressão como a censura, policia e tribunais políticos; aspectos relacionados com a luta dos povos das colónias para a independência; derrube do regime pelo golpe militar de 1974 e diversas manifestações de luta da população no combate à ditadura no sentido de pôr fim à falta de liberdade,ao isolamento internacional, ao baixo grau de desenvolvimento económico e cultural a que o país estava sujeito, são temas invocados nos pisos 1, 2 e 3, através de documentação diversa que cobre as paredes das salas.

A referência às "certezas indiscutíveis" do regime de Salazar ("Deus, Pátria e Família") em contraponto com a importância da imprensa clandestina, como único veículo de informação sobre o que realmente se passava no país e no mundo; a clandestinidade necessariamente mantida pelos opositores ao regime, foram temas invocados.

Também não faltam alusões ás diferentes etapas sofridas por alguém a partir do momento em que fosse detido; os processos de identificação, os interrogatórios acompanhados de torturas psicológicas e físicas onde reinavam a estátua e a do sono que se chagava a prolongar por semanas; á organização clandestina e à preparação de fugas; por último a deportação para campos de concentração nas colónias, aproveitando a nossa guia para sugerir o visionamento de um filme que corre no YouTube intitulado "Quem é Ricardo?" .

Tomámos contacto com uma reconstrução dos curros, celas de dimensões exíguas, onde mal cabia um catre, fechadas com uma primeira porta gradeada a que se seguia, algo distante, outra em madeira dotada de uma vigia. Aqui pudemos escutar o som das batidas usadas como sistema de comunicação em código entre os detidos.  Junto a estas celas um telefone, ao tocar, era usado como forma de tortura psicológica.

Igualmente observámos o modelo de uma casa clandestina cujos frequentadores procuravam transmitir a imagem de uma normal família, destacando-se a máquina de escrever dentro de uma caixa em madeira onde entravam as mãos para que o barulho das teclas fosse abafado, e o sistema de impressão de comunicados e panfletos teclados no stencil.

Chegámos assim ao último piso onde está exposta documentação fotográfica relacionada com aspectos marcantes do colonialismo, das lutas de libertação dos povos coloniais e da guerra colonial.

Muitos dos opositores vítimas do sistema opressivo a que estivemos sujeitos e que ficaram pelo caminho, são aqui evocados sendo-nos também apresentadas várias imagens dos momentos vividos por altura do 25 de Abril, e é expresso o empenhamento do Museu na preservação e divulgação da Memória Histórica enquanto actos de Cultura e de Cidadania

Ao finalizamos a visita não faltou uma fotografia de grupo com a Dra. Judite, a quem a nossa professora fez a oferta de um azulejo pintado pela colega Glória Silva, como testemunho da nossa passagem pelo Museu.

Ainda houve colegas que subiram ao último andar  onde se localiza um Auditório, funciona uma cafetaria e se  avista a cidade e o rio,  enquanto outros desceram ao piso -1 onde se podem observar parte das estruturas do edifício e uma mostra arqueológica de peças extraídas do seu subsolo.

O Aluno Hugo Morais

20-02-2020

Visita a Aljube-Turma Relações Humanas

Dia da Internet Segura

Dia da Internet Mais Segura 2020

A utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) tem transformado profundamente a forma como as pessoas vivem: como aprendem, trabalham, ocupam os tempos livres e interagem, tanto nas relações pessoais como com as organizações.

A Comissão Europeia lançou em 1999 o programa Safer Internet, a que se seguiu em 2005 o programa Safer Internet Plus, com o objectivo de dinamizar projectos dos Estados Membros para promoção da utilização segura da Internet. No âmbito do programa Safer Internet, a Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular, através da Equipa de Missão Computadores, Redes e Internet do Ministério da Educação (DGIDC-CRIE), desenvolveu, em 2004, o projecto Seguranet, para a promoção de uma utilização esclarecida, crítica e segura da Internet junto dos estudantes do ensino básico e secundário.

A par de todas as possibilidades e benefícios da sua utilização, nomeadamente ao nível do acesso ao conhecimento, da colaboração entre pessoas e organizações, da inclusão social e da criação de riqueza, torna-se necessário assegurar, como para qualquer outro meio de interação, mecanismos e estratégias apropriados para minimização de eventuais abusos ou ilegalidades que ocorram com a utilização destas tecnologias.

Fomentado pela Direcção Geral Educação

Algarve

Algarve é uma região, sub-região e uma província histórica (ou região natural) de Portugal, sendo a mais meridional entre todas as regiões do país. Tem a cidade de Faro como capital.

Coincide perfeitamente com o Distrito de Faro, tendo uma área de 5 412 km² e uma população permanente de 451 005 habitantes (Censos 2011)[2] (0,06% da população da Europa e 4,27% da população de Portugal). Constitui a região turística mais importante de Portugal e uma das mais importantes da Europa. O seu clima temperado mediterrânico, caracterizado por invernos amenos e curtos e verões longos, quentes e secos, as águas tépidas e calmas que banham a sua costa sul, as suas paisagens naturais, o património histórico e etnográfico e a reconhecida e saudável gastronomia, são atributos que atraem milhões de turistas nacionais e internacionais todos os anos e que fazem do Algarve a região mais visitada e uma das mais desenvolvidas do país. O Algarve é, atualmente, a terceira região mais rica de Portugal, a seguir à Área Metropolitana de Lisboa e à Madeira, com um PIB per capita de 86% da média da União Europeia.

Cidades Algarvias

Praça Marquês Pombal

A dança do corridinho

Dia do Fumeiro

Em Montalegre, que se apresenta como a Rainha do Fumeiro, a feira abre portas no dia 23, quinta-feira, às 16h, no Pavilhão Multiusos da vila, e termina no domingo, dia 26, às 20h. 

Cerca de 60 produtores terão à venda entre “60 a 65 toneladas” de enchidos, desde alheiras, chouriças, sangueiras, bucheiras, farinheiras ou salpicões.

Fernando Pereira, técnico da Associação dos Produtores de Fumeiro da Terra Fria Barrosã, disse à agência Lusa que a associação garante “ao consumidor que o produto, além de ser seguro do ponto de vista alimentar, é também um produto genuíno”. O fumeiro é produzido, acrescentou, “usando os métodos de fabrico artesanais, de acordo com o saber das populações rurais”.

Participam na feira cerca de 100 expositores e, para além do fumeiro, haverá à venda ainda pão caseiro, bolos, folares, mel, compotas, ervas aromáticas e medicinais ou licores regionais. Estão ainda previstas actividades paralelas como show cookings e animação musical. No último dia será apresentada a Rede de Tabernas do Alto Tâmega.

MONTALEGRE-29.ª FEIRA DO FUMEIRO

Rotação da terra

O Dia da Rotação da Terra celebra-se todos os anos a 8 de janeiro. O Dia da Rotação da Terra celebra-se todos os anos a 8 de janeiro.
A data comemora a demonstração pública da rotação da Terra no seu eixo neste mesmo dia em 1851 pelo físico francês León Foucault. A data comemora a demonstração pública da rotação da Terra no seu eixo neste mesmo dia em 1851 pelo físico francês León Foucault.
Foucault suspendeu uma esfera de bronze de 30kg cheia de chumbo, por um fio de 67 metros de comprimento, no topo do Panteão em Paris. Com este dispositivo, agora chamado de pêndulo de Foucault, o físico francês demonstrou que o plano do balanço do pêndulo girava em relação à rotação da Terra. Foucault suspendeu uma esfera de bronze de 30kg cheia de chumbo, por um fio de 67 metros de comprimento, no topo do Panteão em Paris. Com este dispositivo, agora chamado de pêndulo de Foucault, o físico francês demonstrou que o plano do balanço do pêndulo girava em relação à rotação da Terra.
Newton tinha descoberto previamente a gravidade, mas ainda ninguém tinha demonstrado a sua causa, a rotação da terra.

Dia da Rotação da terra

Museu da Música Mecânica

 

Com um grupo de ex-colegas de trabalho realizou-se  em princípios de dezembro o nosso 40º almoço natalício, este ano na zona do Pinhal Novo, altura que aproveitámos para visitar nas imediações o Museu da MusicaMecânica situado em Arraiados.

Trata-se de um museu privado inaugurado a 4 de outubro de 2016 propriedade de Luís Cangueiro, pessoa desde sempre ligada à música e ao coleccionismo,  que adquiriu a sua primeira peça em 1986.

Hoje reúne mais de 600 exemplares que se movimentam por sistemas exclusivamente mecânicos, e abrangem fundamentalmente um período desde finais do Séc. XIX até à década de 30 do Séc. XX, todos em estado de funcionamento e representativos das mais diversas tipologias da música mecânica.

Pudemos não só ver, mas também ouvir o som por elas produzido em função das várias técnicas usadas para o efeito, desde as mais antigas caixas de música, de cilindro de madeira ou de metal às mais recentes e populares grafonolas.

O Museu tem como complemento “O Auditório” uma sala vocacionada para vários tipos de utilização, dotada das melhores condições de acústica e equipada com tecnologia avançada de som e imagem.

Museu da Musica Mecânica